Se fosse somente a dor
do bom dia. Se as tardes fossem felizes como nos dias úteis. Se o buraco da
fechadura fosse mais discreto do que deveria ser. Eu não comi o brigadeiro da
discórdia, não aceitei a foto do parque e os roteiros de comédia, não aguentei a
pressão do canalha favorito. Renunciei e, a partir de agora, irei assumir o
peso do “nunca mais”.
Eu só quero – e preciso –
de um suspiro, algo que desobstrua minhas vias aéreas, desmistifique a energia
atravessada e traga a paz que venho pedindo há tempos.
1 comentários:
Porra,tava vivendo isso dias atrás.
Incrível ler algo que mexe com as tripas.
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