É duro rever escolhas depois de uma já feita. Complica a cabeça pensar que foi dado um passo em falso, que o que aparentava ser melhor, na verdade, tem sido motivo de nervosos intermináveis, uma focinheira no lugar da criatividade. Dói, por motivos de ascensão, sentir-se boicotado, sendo olhado de cima, por quem deveria somar e, não, apontar, apontar, apontar...
No momento, com a batida do peito acelerada, a única coisa que eu consigo pensar é um mashup de desistência e vigor, mudar para pior e, concomitantemente, fazer diferente. O que a gente faz, nesse mundo, para deixar de se sentir um número? O que a gente muda para fazer com que o papel enrolado no canudo deixe de ser um objeto e passe a ser expectativas positivas na vida? Enquanto as respostas não vêm, vou esmaecendo nesse mundo que, por si só, já é monocromático.
1 comentários:
oi amor da minha vida
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